


O que são plugins
Plugins são pequenos programas que podem ser facilmente instalados e usados como parte do navegador. Originalmente, o Netscape Navigator oferecia a possibilidade de trabalhar com pequenos aplicativos que reproduzissem som e vídeo ou executassem outras tarefas, mas como aplicações separadas com suas próprias janelas.
Com o surgimento dos plugins em 1996, o Navigator 2.0 passou a reconhecer esses aplicativos automaticamente e a reproduzir, por exemplo, arquivos de som em uma página da Web de modo transparente para o usuário.
Por meio de acordos entre as fabricantes, muitos dos plugins já vêm instalados com o próprio navegador. Outros são transferidos pela Internet por meio de download apenas quando o navegador identifica a necessidade em alguma página da Web que você esteja visitando.
O termo se generalizou e pode ser usado em qualquer contexto no qual um programa menor é executado em conjunto com outro maior, com o objetivo de estender o número de funcionalidades.
O plugin pode ser entendido como um módulo dinâmico que está associado para processar um ou mais tipos de dados. Os exemplos típicos de plugin são aqueles capazes de exibir certos formatos de imagem e reproduzir arquivos de multimídia, com os quais o navegador não foi originalmente projetado para trabalhar.
Os navegadores definem um padrão para troca de informações com os plugins, seja para dados, seja para instruções de processamento. Seguindo esse padrão, empresas desenvolvedoras podem criar plugins que permitam ao navegador interpretar o formato de arquivo de seus aplicativos.
Os plugins oferecem diversos recursos que aumentam a flexibilidade dos navegadores. Para realizar essas tarefas, eles são carregados automaticamente pelo navegador para receber comandos pelo teclado ou pelo mouse, buscar e enviar dados na Internet por meio dos endereços URL, entre outras ações.
Os plugins mais comuns são o RealPlayer, o Windows Media Player, o QuickTime, o Shockwave, o Flash e o Acrobat Reader.
Fonte: UOL

